<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-721372533759561814</id><updated>2012-02-16T14:59:24.441Z</updated><title type='text'>Contos de Caca</title><subtitle type='html'>Aqui não vão ler grandes narrativas épicas mas sim pequenos 'contos de caca'!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://contosdecaca.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/721372533759561814/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosdecaca.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Contador de Contos de Caca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13882501896534091920</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-721372533759561814.post-2379485830201277792</id><published>2008-02-22T20:04:00.002Z</published><updated>2008-02-22T20:19:40.193Z</updated><title type='text'>Conto do Elias</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Elias era um jovem pastor de cabras de uma aldeia do interior. Seu pai era um antigo combatente que se aposentou por ter deixado ficar uma mão em Angola e quem sabe uma ou outra mulher 'cheia'. Sua mãe era uma daquelas mulheres que nunca saiu da sua aldeia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Elias era aquele rapaz que, cada vez que via uma rapariga, o seu primeiro pensamento era: "Eih! Oh boa! Anda cá que eu afiambro-te já!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Mas isto não lhe valia de nada, pois as únicas raparigas com quem ele teve algum tipo de relação foram a Sandra Marisa (lê-se 'Máriza' pois ela esteve muitos anos emigrada no Luxemburgo e, como é hábito dos emigrantes, começou a dizer que era 'Máriza') e Maria Antónia. E estas duas raparigas têm muito que se lhe diga. Sandra Marisa era conhecida na sua aldeia por 'Máriza Esfregona' pois, apesar de ter um corpo razoável, muitos homens da aldeia não tinham um bigode tão grande como o dela. Em relação a Maria Antónia, muitas pessoas têm a ideia que, quando ela nasceu, o médico a deixou cair no chão... de cara.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Para se desculpar destas relações menos conseguídas, Elias dizia sempre que estava bêbado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Mas Elias, apesar de ser feliz com a sua vida, andava farto de ser um sedutor falhado e então decidiu acalmar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Um certo dia, Elias ia participar numa excursão a Fátima. Acordou bem cedo, tomou o seu banho semanal, preparou as suas sandes de fígado e torresmos e o seu garrafão de tinto e foi ele apanhar o autocarro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Já em Fátima, foi-lhes dado um período de tempo livre e como o Elias não levou nenhum amigo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;(o Manco e o Patolas não quiseram ir) foi dar uma volta sozinho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Foi nesse seu pequeno passeio que Elias encontrou uma mulata deslumbrante. Inacreditavelmente, ela também reparou nele e até meteu conversa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Chamava-se Matilde e tinha vindo com a mãe à pouco tempo de Angola para estudar em Portugal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Durante aquele curto espaço de tempo ficaram-se a conhecer um pouco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quando se iam a despedir, Elias entregou-lhe um papel com a sua morada e o seu número de telefone (ainda não tinha comprado um telemóvel, talvez por não saber trabalhar com ele) e disse-lhe para ela um dia aparecer em sua casa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Passaram-se meses e ela não disse nada. Elias suspirava a toda a hora, pois Matilde deixou-o &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;mesmo apanhado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Podia-se dizer que tinha sido "amor à primeira vista".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Mas um dia, estava Elias a sair do curral das ovelhas, quando vê chegar ao pé de casa dele um carro que não conhecia. Aproximou-se para ver quem era e, para seu espanto, vê Matilde a sair do carro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Mesmo a cheirar a estrume, Elias correu para ela e abraçou-a. Mas, de repente, sai outra &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;pessoa do carro. Não. Não era o namorado. Era a mãe, a Genovéva. Matilde explicou que não a queria deixar sozinha em casa e que por isso tomou a liberdade de a levar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Elias disse que não havia mal nenhum por ela ter levado a mãe mas, no fundo, ele preferia que ela não tivesse ido para poder ficar um pouco sozinho com Matilde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Elias convidou-as para almoçar e elas aceitaram com um pouco de sacrifício, pois não queriam muito almoçar Iscas de porco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Ele levou-as para dentro para as apresentar aos pais e, quando Genovéva viu o pai de Elias, ela paralizou. Toda a gente perguntou o que se passava mas ela disse que não era nada e que já estava bem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Depois do almoço, Genovéva começou a dizer-lhe que se estava a sentir mal e que queria ir para casa. Matilde pediu desculpa a Elias por ter que se ir embora à pressa, mas preferia levar a mãe para casa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Com essa pressa toda, Elias nem pediu o número de telefone nem a morada a Matilde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quando elas chegaram a casa, Genovéva disse a Matilde que não se estava a sentir mal e explicou-lhe porque é que queria ir embora tão depressa. A razão foi que Genovéva reconheceu o pai de Elias. Ele era um homem que ela tinha conhecido em Angola e que julgava que tinha morrido na guerra. Esse homem não era só pai de Elias. Era também pai de Matilde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Com esta revelação, Matilde entrou em choque e resolveu não dizer nada a Elias. E, a partir desse dia, nunca mais lhe ligou nem o visitou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Mas Elias não sabia essa parte dos acontecimentos. Até porque o seu pai não reconheceu Genovéva, isto porque já era uma da tarde e ele já estava um pouco bêbado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;E como Elias não sabia que Matilde era sua meia irmã, continuou sempre à espera que ela lhe ligasse ou o voltasse a visitar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Elias esperou, esperou, esperou. Anos se passaram e ela nunca disse mais nada. E Elias nunca se conseguiu voltar a apaixonar por outra mulher.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;E foi então que tomou uma decisão. Ia voltar a ser o Elias de antigamente. Aquele Elias que não podia ver um rabo de saias. Aquele Elias que não ligava nem a escolhas nem a padrões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:trebuchet ms;font-size:130%;"  &gt;Aquele Elias feliz!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;----------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Este foi o primeiro conto de caca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Um conto inventado à pressão que mostra um drama amoroso vivido por um jovem do campo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Tá mesmo de caca, mas penso que consigo usar melhor a minha estupidez e criar um conto ainda pior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Até uma próxima!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/721372533759561814-2379485830201277792?l=contosdecaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosdecaca.blogspot.com/feeds/2379485830201277792/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=721372533759561814&amp;postID=2379485830201277792&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/721372533759561814/posts/default/2379485830201277792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/721372533759561814/posts/default/2379485830201277792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosdecaca.blogspot.com/2008/02/conto-do-elias.html' title='Conto do Elias'/><author><name>Contador de Contos de Caca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13882501896534091920</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-721372533759561814.post-847720392842225737</id><published>2008-02-22T02:03:00.001Z</published><updated>2008-02-22T02:18:07.422Z</updated><title type='text'>Conto de Apresentação</title><content type='html'>Olá Amigos! (Sei que ainda não somos, mas podemos vir a ser.) Auto-entrevistei-me para vos apresentar o meu blogue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Para que é que foi criado o blogue?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este blogue foi criado com o intuito de contar pequenos contos. Contos estes que vão revelar uma profunda estupidez do seu contador.  Contador este que sou eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E como é que surgiu a ideia de criar este blogue?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem... Estava eu no meu momento de meditação a 'mandar um fax' quando tenho uma ideia de caca (era caca a sair pelos dois lados [piada fácil]): "Porque não criar um blogue com contos?!"&lt;br /&gt;Até não foi mal pensado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mas contos de quê?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como estava num local propício a pensamentos deste tipo, pensei para mim mais uma vez: "CONTOS DE CACA!"&lt;br /&gt;E passado pouco mais de uma hora apareço eu sentado já noutro local (aqui) a criar este blogue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E como é que vão ser esses contos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses contos vão ser de caca. Ah pois! Já tinha dito.&lt;br /&gt;Bem. Nesse contos do falar de todas as coisas parvas que me vierem à cabeça. E é bem provável que alguns desses contos tenham uma componente erótica que não lembra nem ao menino Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E vão ser contados contos muitas vezes?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tudo correr como eu imagino, devo meter um conto de vez em quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E o que é esse 'de vez em quando'?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E está a apresentação feita. Agora quando me lembrar venho cá contar-vos um conto.&lt;br /&gt;Vão aparecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abracito!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/721372533759561814-847720392842225737?l=contosdecaca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://contosdecaca.blogspot.com/feeds/847720392842225737/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=721372533759561814&amp;postID=847720392842225737&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/721372533759561814/posts/default/847720392842225737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/721372533759561814/posts/default/847720392842225737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://contosdecaca.blogspot.com/2008/02/conto-de-apresentao.html' title='Conto de Apresentação'/><author><name>Contador de Contos de Caca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13882501896534091920</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
